sexta-feira, 26 de junho de 2009

Princesa sexual e virtual.


Recebia declarações de amor sem imaginar quem seria a misteriosa mulher. Sabia assinar como Leghinna, lindo nome por sinal e ela? Não fazia mínima idéia da aparência física e minha curiosidade aumentava a cada instante. Vários dias seguidos eu recebia e-mails dela. Começamos namoro virtual. Hoje em dia moda, fala entendidos da internet. Claro que a pedi em namoro depois vê-la, naturalmente receoso, não acham? Comprar gato por lebre não dá certo e fiquei feliz ao vê-la charmosa, bonita e gostosona por mais que tinha mais idade que eu. Não aparentava idade dita e depois, sempre fui chegado em mulheres experientes em tudo.
Deu-me endereço, sem perder tempo eu viajei pro Rio de Janeiro. Pessoalmente eu desejava saciar minhas expectativas como homem cheio de amor pra oferecer. Fiquei em um hotel, permanecendo ela comigo todo final de semana. Virtualmente sexo masturbal... Huuum... Existe o termo que usei? Áh, não importa agora e pessoalmente foi inesquecível. Eita mulher de chamas ardentes minha Leghinna que não sossegou enquanto não me viu pedir bênção pra me dar descanso, meu cacete latejava como se... Tadinho do meu Montiérzinho... Como se eu tivesse imprensado ele contra uma porta, putz, eu acho que exagerei. Bom, estava doído demais e inchado, parei... Uuufa!
Na chegada ao hotel me derrubou na cama despindo-me, eu a ela numa voracidade incalculável como se eu fosse um tarado, nossa isso não, como se eu estivesse em grande atraso sexual. Cavalgando desvairada no meu cacete, roçando seu clitóris no meu púbis enlouqueci excitado ao ouvir seus gritos e gemidos.
Ver seu jeitinho de mulher fogosa quase gozando. Senti-la molhando meu cacete com seu prazer. Seios fartos, mamilos ouriçados excitados possuídos pela minha boca. Ela gritou que iria gozar, retruquei idem. Num salto arrancou meu cacete enterrado nela se levantando caminhou pela cama sobre meu corpo encaixando a xaninha gostosa e molhada em minha boca me lambuzando com seu líquido em abundância lavando meu queixo e pescoço, o que pude bebi. Agora era eu quem estava prestes a gozar. Deitei-a na cama deitando sobre seu belo corpo a penetrando num vai e vem e poucas estocadas enchendo-a com meu gozo enquanto me deliciava com suas mordidas pelos meus ombros e arranhadas pelas minhas costas. Delícia de mulher experiente como a minha Leghinna não se encontra facilmente. Cômico foi termos chamado atenção de hóspedes dos quartos visinhos que comunicaram a recepção dizendo alguém pedindo ajuda...
Era Leghinna minha princesa gritando excitada.

“Ajuda-me agoraaaaaaa, por favor, Montiééér”!

Era ela num delicioso escândalo no seu gozo.

Montiér

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