sexta-feira, 26 de junho de 2009

Chamado de Lucia!


Como contei no conto “Lolla minha fã sedutora”, Lucia trabalha conosco há anos e acabou que, me flagrou frente do PC tocando uma pra Lolla, assustada excitada saiu constrangida, por dias nem olhava ela envergonhado. Demorou, mas um dia meus pais e minha mana viajaram ficando eu, Lucia e dona Maria, elas moram numa casa atrás da nossa. Dona Maria não se sentindo bem foi deitar-se mais cedo e Lucia fazendo a parte do trabalho dela, ao entrar no meu quarto fechar venezianas olhou-me diferente, recatada mais de modo insinuante e isso era uma das coisas que ela não fazia. Insinuações sedutoras me dizendo que se eu quisesse jogar canastra com ela mais tarde que eu fosse até seu quarto, apesar das dores nas costas.
Imediatamente ofereci massagem, ela riu tímida saindo dizendo um NÃO redondinho, mas queria jogar canastra. Sempre jogávamos na minha casa, nunca havia ido em seu quarto, mais tarde sem nada de importante na NET eu desci indo a casa dela entrando em silêncio pra não despertar dona Maria. Bati na porta suavemente ouvindo sua ordem que eu podia entrar. Entrei um tanto afoito fechando a porta com medo que dona Maria me visse entrando no quarto de Lucia, eu estaria ferrado por que a mãe deixou ordem a Maria que evitasse minha aproximação de Lucia e vice-verso.
Ao virar eu a olhei somente de camiseta regata feminina e calcinha branca, paralisei observando seu corpo sentado em cima da cama, sorriu vendo minha cara de abobado por nunca ver além de seus joelhos. Meu assanhado é claro, dizendo olá a Lucia. Correu seus olhos no meu cacete que pulsava dentro da bermuda do pijama de verão, abaixando cabeça rindo:
- Só espero que ele daí, -apontou pro meu cacete- se acalme, ok Montiér?
- Claro que sim Lucia, desculpa, aconteceu!
Jogamos uma longa partida, ela foi se mexer sentindo dor na coluna, eu pedi pra fazer massagem, ela pensou permitindo em seguida. De bruços comecei massageá-la e meu assanhado insistindo em cutucá-la mesmo dentro da bermuda, ela o sentiu me olhando séria pedindo pra dar um jeito nele, mas eu não tinha controle. Ela com aquele corpão gostoso só de calcinha cavada até suas entranhas eram difícil meu controle. Levantei decidido voltar pra casa e dormir:
- Já vai?
- Melhor assim, antes que eu não suporte te olhar com essas poucas roupas que natural eu vou sentir tesão por você, boa noite!
Saindo ela chamou com um psiu, virei olhar e ela estava nua me estendendo as mãos sorrindo dizendo que foi um teste até onde eu resistiria.
- Cadê a garota tímida e recatada que eu conhecia?
- Ainda sou, só que sei ir em frente no que desejo e agora eu te desejo, desde aquele dia que te vi...
- Sei qual dia vou descansar, outra hora falo sobre isso Lucia!
Sai indo pro meu quarto, senti medo por ter ouvido dona Maria tossindo no seu quarto ao lado! Em casa mal deitei vi Lucia entrando quarto a dentro de roupão:
- Eu quero hoje!
Sem falar mais nada tirou o roupão, estava nua se sentando sobre o meu “Montiér”, rebolando gostoso e em segundos ele por si só entrando naquela delicia de xana molhada arrancando gemidos desconcertantes de nós dois, que mulher pra cavalgar, parecia que chegava na garganta dela a cada descida do corpo de encontro pro meu cacete enterrando inteiro. Ela comprimia seus músculos apertando-o como se fosse atorar ao meio, sensação que eu ainda não havia sentido. Sem avisar levantou rindo dizendo já voltar, eu estava com ele de pé como telescópio de um submarino vendo o que iria fazer, saiu do meu quarto!
Retornou com um pote, riu dizendo que um creme iria bem no meu corpo e eu lá com creme, queria transar com ela, mas insistiu e me banhou o cacete de doce de leite e mostrou-se gulosa engolindo-o, lambendo o doce, uma meleca, mas o que importava era a sensação sentida, me levou as alturas do tesão.
Sentou-se no meu mastro cavalgando nele mamilos arrebitados pelo desejo, que delícia a ver gemendo e àquela Lucia acanhada parecia ter ido pelo espaço se transformando em um tornado, fez-me de gato e sapato em suas mãos, quem tudo conduziu foi ela.
Dando-me tapas estaladas e ardidas na minha bunda, mordidas nas costas me enlouquecendo de tesão. Lucia surpreendeu-me com uma atitude que de início pensei ser passageiro, era nada, introduziu seu dedo polegar em mim arrancando gemido prazeroso, riu me dizendo com carinha de safada: - Você gosta não é? Não mentiria e mal consegui sussurrar um sim. Disse ela também adorar. Achei que deixei conduzir o suficiente pegando ela por trás... Juntos nós urramos nossos loucos desejos em fortes jatos do meu gozo, ela subiu até minha boca sentando-se com a xana atolando seu clitóris dentro da minha boca rebolando me fazendo beber seu gozo quente e de suave sabor. Deitados abraçados em recuperação, ela confessou ser namorada da minha irmã Karen e que há anos sentia tesão por mim e foi um dos fatores que copiou meus contos eróticos e a cada leitura, ela se masturbava comigo em seus pensamentos.
Falei animado que daquele momento em diante não mais precisava somente imaginar, me procurasse e feliz fiquei sabendo que minha irmã Karen não tinha outro homem na cama, era Lucia quem a satisfazia na minha ausência...
Montiér





0 comentários: